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[livro] TERRA SANGRIA


 Apresento Terra Sangria
, meu oitavo livro, com certeza o mais importante. Não só por espelhar a maturidade de um projeto pessoal, mas pelo que sua escrita representou para mim nos últimos anos. Em 2019, eu pensava que não haveria mais lugar para a esperança, mas à medida que o escrevia eu compreendia que a vida segue. E isso era a esperança, mesmo que não a vislumbrasse. A poesia ajudou-me a sobreviver nesses tempos sombrios. 

Terra Sangria é uma metáfora. Não reporta aquilo que, embora já vivido, ainda não pode ser medido com precisão. Terra Sangria é a poesia que colhi nos destroços, da mesma forma que aspiramos o perfume das flores queimadas. 

Alguns poemas podem ser lidos no Instagram (@alexandre.marino.poeta) e há outras informações aqui: https://linktr.ee/alexandremarino.

O livro, com apresentação de Maria Valéria Rezende e prefácio de Mariana Ianelli, já está à venda no site da Editora Penalux

[poema] ANOTAÇÕES PARA UM EPITÁFIO

 
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Criado durante os últimos três anos, Terra Sangria é o oitavo livro de poemas deste autor, e carrega a tensão de um período de pesadelo. O livro está em lançamento e já pode ser adquirido no site da Editora Penalux. Em breve, serão realizados eventos de lançamento em Belo Horizonte e Brasília. 
Anotações para um epitáfio é um dos poemas do livro. 

[crônica] O CÉU QUE DESABA

 
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Minha crônica quinzenal no jornal Folha da Manhã, de Passos (MG), publicada nesta sexta-feira (9/9/2022). Boa leitura! 

[poema] ENTRE AS CORTINAS

 
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Meu novo livro de poemas, Terra Sangria, chegará em breve aos leitores. Entre as cortinas é mais uma pequena mostra do livro. Este poema, em especial, dialoga com a pintura do artista norte-americano Edward Hopper, embora não pretenda descrever a cena do quadro que, de certa forma, o inspirou. Alguns dos poemas de Terra Sangria foram criados durante o período de confinamento pela pandemia, quando fiz alguns mergulhos na obra de Hopper, bem sintonizada com o clima daquele momento. 

[poema] RUÍNAS DAS RUÍNAS

 
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O poema Ruínas das ruínas é mais uma amostra de meu novo livro, Terra Sangria, que será publicado em breve. O livro foi criado quase em sua totalidade durante o período trágico que o país vive desde 2019, quando foi dominado por um governo fascista, a que se seguiu outra tragédia, a epidemia de coronavírus - ambos feitos um para o outro. Terra Sangria é o relato poético de uma sobrevivência em meio ao caos. 

[poema] O PIANO

 

Este poema faz parte de meu livro Exília, publicado em 2013 pela Dobra Editorial. O livro foi criado com o apoio da Bolsa Funarte de Criação Literária, numa época em que o governo brasileiro apoiava e patrocinava a criação artística.

A imagem é do fotógrafo francês Romain Thiery, aficcionado em pianos abandonados e edifícios em ruínas. Autor do livro de fotografias Requiem pour pianos, disponível em seu site romainthiery.fr. Seu perfil no Instagram é uma das mais interessantes coleções de fotos daquela rede social. Thiery já publicou nos jornais The Guardian, Der Spiegel, El Pais, Daily Mail, entre outros. 

[poema] OS VASTOS HORIZONTES DO MEU SILÊNCIO

 

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Os vastos horizontes do meu silêncio foi publicado em meu sétimo livro de poemas, Hiatos, lançado em 2017 pela Editora Patuá (SP). Este é um dos poemas que respondem a uma pergunta que sempre me fiz: é possível vislumbrar o meu caminho na poesia? 


[crônica] DOMINGO ENTRELAÇADO

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Uma reflexão sobre o romance Domingo, de Ana Lis Soares, em minha coluna na Folha da Manhã, de Passos (MG), de 10 de setembro. 

[poema] AVOAGEM

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No final da década de 1970, eu, adolescente tardio e meio perdido, resolvi publicar um livro de poesia. O resultado foi Os operários da palavra, lançado pela misteriosa editora Batangüera, de Belo Horizonte. Foram 2 mil exemplares vendidos pelas ruas e bares da capital mineira. Do livro ficou, entre outros poemas, este Avoagem.  

[poema] PARÓDIA

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Vivendo uma experiência feliz, com ótima venda de meu primeiro livro, Os Operários da Palavra, pelas ruas de Belo Horizonte, escrevendo muito e participando de movimentos poéticos numa cidade de coração aberto, tomei coragem e lancei meu segundo livro. Era 1981, e decidi assumir todo o trabalho de edição, com a ajuda, é claro, dos amigos. Wanderley Batista fez a capa, Estevão Gontijo, as ilustrações, eu paguei a gráfica e fui à luta. Assim surgiu Todas as Tempestades, de onde retirei o poema Paródia. Bons tempos aqueles. 

[poema] AMÁLGAMA

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Este poema foi publicado originalmente em meu sexto livro, Exília, criado com o apoio da Bolsa Funarte de Criação Literária e lançado em 2013. O livro começou a ser escrito em 2008. Naquele tempo existia no Brasil uma política de estímulo oficial à literatura e às artes em geral. 

 

[poema] AMNÉSIA

 


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Poema publicado no livro Hiatos, lançado em 2017 pela Editora Patuá (São Paulo). Também pode ser lido no Instagram, em meu perfil @alexandre.marino.poeta

[poema] ETERNO FLAGRANTE

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O poema Eterno flagrante foi publicado em meu mais recente livro, Hiatos, publicado em 2017 pela Editora Patuá, de São Paulo. 

 

[poema] A MÃO SOBRE O OMBRO

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O poema A mão sobre o ombro faz parte do livro Poemas por Amor, que publiquei em 2007, em edição fora do comércio, dedicado a minha companheira, Nádia. 

[poema] NÁUFRAGOS

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 Poema que faz parte de meu livro Exília, de 2013. Também pode ser lido no meu novo perfil no Instagram - @alexandre.marino.poeta - onde pretendo divulgar meu trabalho em poesia, tanto inédito quanto já publicado. 

COLUNA NA FOLHA DA MANHÃ [5]

 
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Folha da Manhã é o principal jornal da cidade de Passos (MG). Esta coluna é publicada quinzenalmente, às sextas-feiras. Edição de 30de outubro de 2020.

COLUNA NA FOLHA DA MANHÃ [4]

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 Folha da Manhã é o principal jornal da cidade de Passos (MG). Esta coluna é publicada quinzenalmente, às sextas-feiras. Edição de 16 de outubro de 2020.