MANIFESTO PELA DEMOCRACIA

 

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Faço desta nota da Casa do Jornalista de Minas Gerais, divulgada nesta quarta-feira, 1º/9/2021, o meu manifesto pessoal. Repudio profundamente a nota da Federação das Indústrias de Minas Gerais, de teor claramente antidemocrático e golpista. Muitos manifestos rolam por aí. Inclusive um outro, de outro grupo de empresários mineiros, que por trás de um verniz democrático deixa passar um perigoso tom conservador e reacionário.
Precisamos varrer todo esse lixo para o esgoto da História e construir um país realmente justo. Não sei qual será nossa reação, em futuro próximo ou distante, ao encontrar aqui neste blog esta nota. Teremos acordado de um pesadelo ou estaremos vivendo um terrível retrocesso?
DITADURA NUNCA MAIS!!!!!!!!

[crônica] VOCÊ JÁ DISPONIBILIZOU HOJE?

 
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Na coluna publicada pelo jornal Folha da Manhã, de Passos (MG), uma discussão sobre cacoetes na Língua Portuguesa (falada e escrita no Brasil). 

[crônica] NA ESTRADA COM BOB DYLAN

 
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Uma homenagem aos 80 anos do poeta que levou o rock à Academia Sueca. Na Folha da Manhã, jornal de Passos (MG). 

[poema] VÍRUS, MICRÓBIOS E CUPINS

 

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Este poema, inédito em livro, foi publicado originalmente em meu perfil de poemas no Instagram: @alexandre.marino.poeta

[poema] AVOAGEM

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No final da década de 1970, eu, adolescente tardio e meio perdido, resolvi publicar um livro de poesia. O resultado foi Os operários da palavra, lançado pela misteriosa editora Batangüera, de Belo Horizonte. Foram 2 mil exemplares vendidos pelas ruas e bares da capital mineira. Do livro ficou, entre outros poemas, este Avoagem.  

[poema] PARÓDIA

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Vivendo uma experiência feliz, com ótima venda de meu primeiro livro, Os Operários da Palavra, pelas ruas de Belo Horizonte, escrevendo muito e participando de movimentos poéticos numa cidade de coração aberto, tomei coragem e lancei meu segundo livro. Era 1981, e decidi assumir todo o trabalho de edição, com a ajuda, é claro, dos amigos. Wanderley Batista fez a capa, Estevão Gontijo, as ilustrações, eu paguei a gráfica e fui à luta. Assim surgiu Todas as Tempestades, de onde retirei o poema Paródia. Bons tempos aqueles. 

[poema] AMÁLGAMA

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Este poema foi publicado originalmente em meu sexto livro, Exília, criado com o apoio da Bolsa Funarte de Criação Literária e lançado em 2013. O livro começou a ser escrito em 2008. Naquele tempo existia no Brasil uma política de estímulo oficial à literatura e às artes em geral. 

 

[poesia] MEUS POEMAS NO RASCUNHO

Pode-se dizer que o jornal Rascunho é, hoje, a mais importante publicação voltada para a divulgação da literatura no Brasil. Lançado há 20 anos e com circulação mensal ininterrupta, a edição impressa conta com cerca de 60 colaboradores todos os meses e alcança todas as regiões do Brasil, além do exterior. É um fenômeno, em país cada vez mais emburrecido. Por isso é preciso aplaudir e incentivar iniciativas como essa. 

Na edição 250, de fevereiro de 2021, foram publicados alguns poemas deste autor na página Poesia Brasileira, editada pela escritora Mariana Ianelli (que muito admiro e a quem agradeço). Na página estou muito bem acompanhado, ao lado de Susanna Busato, Iracema Macedo, Moisés Alves e Iacyr Anderson Freitas. 

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