Esta foto foi encontrada num velho baú, dos tempos da Upes. Foi feita em 1972, lá em Passos, é claro. Quem não quiser aparecer nela, que se esconda... Da esquerda para a direita, este escriba, Carlos Parreira, Antônio Barreto, Antônio Rogério, Iran Machado e Carlos Parada. O troféu na mão do Rogério é um dos muitos que a entidade estudantil ganhou naqueles tempos. A camisa (só o Parada não veste o "uniforme") também é uma marca registrada da Upes. Os meninos foram fotografados no adro da Igreja Matriz, aparecendo ao fundo as Casas Pernambucanas. Ei, pessoal, estarei em Passos no dia 20 de maio, sábado, para lançar o Arqueolhar e repetirmos essa foto. O que acham? Qualquer comentário, podem clicar no ícone aí embaixo.Sessão Nostalgia: turma da Upes
Esta foto foi encontrada num velho baú, dos tempos da Upes. Foi feita em 1972, lá em Passos, é claro. Quem não quiser aparecer nela, que se esconda... Da esquerda para a direita, este escriba, Carlos Parreira, Antônio Barreto, Antônio Rogério, Iran Machado e Carlos Parada. O troféu na mão do Rogério é um dos muitos que a entidade estudantil ganhou naqueles tempos. A camisa (só o Parada não veste o "uniforme") também é uma marca registrada da Upes. Os meninos foram fotografados no adro da Igreja Matriz, aparecendo ao fundo as Casas Pernambucanas. Ei, pessoal, estarei em Passos no dia 20 de maio, sábado, para lançar o Arqueolhar e repetirmos essa foto. O que acham? Qualquer comentário, podem clicar no ícone aí embaixo.Arqueolhar em Passos
O lançamento de Arqueolhar em Passos, marcado para 20 de maio, sábado, será realizado na Casa de Cultura, na Praça Geraldo da Silva Maia, ou Praça do Rosário, como me parece mais familiar. Às 18h30, haverá um bate-papo sobre Jornalismo e Literatura com estudantes de Comunicação, mas aberto ao público em geral. Às 20h, leitura de poemas e apresentação do livro. O evento faz parte das comemorações do aniversário da cidade. Estou contando com a presença de todos os amigos, novos e antigos, que estiverem por lá, incluindo velhos colegas do curso primário no Colégio Estadual, do Tiradentes, do Imaculada e, inevitavelmente, da Upes... Mas faz tempo isso, hein!
Dia 20 de maio, lançamento em Passos
A festa de lançamento de Arqueolhar em Passos já tem data marcada: será no dia 20 de maio, sábado. Será um evento realizado em conjunto pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e a Faculdade de Comunicação Social de Passos. De acordo com a programação já definida até agora, terei um bate-papo sobre Literatura e Jornalismo com os estudantes da Facomp e o público em geral, e em seguida haverá uma leitura poética, com a participação de alunos, professores e atores passenses. O lançamento do livro fará parte do calendário oficial de comemoração do aniversário da cidade. Será uma festa bonita, com certeza. Nos próximos dias novas informações serão inseridas aqui.
Poetando no Atelier [3]

Flagrante do Atelier do artista plástico Gomes de Souza (em primeiro plano, de boina), durante evento lítero-musical realizado no último sábado, em Goiânia. Este escriba lá esteve para uma apresentação do Arqueolhar. Estiveram presentes escritores, artistas plásticos, músicos e gente cabeça (coisa rara nestes tempos).
Poetando no Atelier [2]

Flagrante no Atelier: da esquerda para a direita, este escriba, o artista plástico Gomes de Souza e o músico Octávio Scapin, preparando-se para o lançamento do CD Cones de Chocolate.
Poetando no Atelier
Octávio Scapin no Atelier do Gomes

Octávio Scapin apresenta neste sábado, no Atelier do Gomes de Souza, em Goiânia, suas canções recém-saídas do forno, algumas delas em parceria com este escriba. Aliás, nem saíram do forno ainda: o CD que ele está gravando, com produção de Luís Chaffin, só circulará em maio. Enquanto isso, só alguns poucos privilegiados, como os que estarão presentes no evento de amanhã, terão oportunidade de ouvir suas inspiradas composições.
O Arqueolhar também estará no evento. Farei uma leitura de alguns poemas do livro (e outros, inéditos), e quem gostar poderá adquiri-lo a um precinho camarada.
E depois ainda haverá a exibição do show Phono 73, uma preciosidade da MPB...
No próximo sábado, em Goiânia!
No próximo sábado, primeiro de abril, lançarei o Arqueolhar em Goiânia, mais precisamente no Atelier do artista plástico Gomes de Souza. Estarei muito bem acompanhado por uma das promessas musicais do Centro-Oeste, o Octávio Scapin, que prepara o lançamento de seu primeiro CD independente. Octávio é autor de algumas canções muito inspiradas, e estou muito contente com nossas parcerias. No evento, farei leituras de alguns poemas e depois veremos um DVD precioso: o show Phono 73, reunindo a nata da música brasileira da década de 70. Como o espaço é pequeno, está prevista a presença de um público pequeno, porém privilegiado, que depois se fartará com a caprichada culinária da equipe do Gomes. Beleza!
Deu no PublishNews
Lembranças
PublishNews - 20/1/2006
Ao abrir a porta de um velho armário abandonado num porão, o poeta Alexandre Marino encontrou o que restou de um grande companheiro de infância: um palhaço, que ele chamava simplesmente de "Aço". Ao reaparecer, o palhaço viveu outra vez. Não se tratava de um mero objeto empoeirado, comido pelas traças, mas de uma figura real que voltava de uma longa viagem. "Aço" é um dos personagens do novo livro de poemas de Alexandre Marino, Arqueolhar (LGE Editora, 112 pp., R$ 20). Outros seres inanimados retornaram à vida a partir daquele reencontro: pedras, frascos vazios, relógios, brinquedos, objetos perdidos. Durante quatro anos, Alexandre Marino deu vida àqueles ícones de sua infância, transformando-os em poesia. Espalhou-os por um quintal do interior de Minas, e com eles percorreu ruas de uma cidade ao mesmo tempo fictícia e real. O homem quarentão reencontrou personagens que o marcaram, convocou o menino e retomou com eles um diálogo interrompido pelo tempo. Arqueolhar está sendo lançado numa parceria entre o selo do autor, Varanda Edições, e a editora brasiliense LGE, que lançou mais de 300 títulos de literatura nos últimos três anos e tem levado alguns dos escritores de Brasília às livrarias das principais cidades brasileiras.
PublishNews - 20/1/2006
Ao abrir a porta de um velho armário abandonado num porão, o poeta Alexandre Marino encontrou o que restou de um grande companheiro de infância: um palhaço, que ele chamava simplesmente de "Aço". Ao reaparecer, o palhaço viveu outra vez. Não se tratava de um mero objeto empoeirado, comido pelas traças, mas de uma figura real que voltava de uma longa viagem. "Aço" é um dos personagens do novo livro de poemas de Alexandre Marino, Arqueolhar (LGE Editora, 112 pp., R$ 20). Outros seres inanimados retornaram à vida a partir daquele reencontro: pedras, frascos vazios, relógios, brinquedos, objetos perdidos. Durante quatro anos, Alexandre Marino deu vida àqueles ícones de sua infância, transformando-os em poesia. Espalhou-os por um quintal do interior de Minas, e com eles percorreu ruas de uma cidade ao mesmo tempo fictícia e real. O homem quarentão reencontrou personagens que o marcaram, convocou o menino e retomou com eles um diálogo interrompido pelo tempo. Arqueolhar está sendo lançado numa parceria entre o selo do autor, Varanda Edições, e a editora brasiliense LGE, que lançou mais de 300 títulos de literatura nos últimos três anos e tem levado alguns dos escritores de Brasília às livrarias das principais cidades brasileiras.
Um olhar para o ano passado

Apenas a publicação de Arqueolhar, no segundo semestre de 2005, foi o suficiente para que o ano tenha valido a pena. Um projeto que nasceu em 2000 e tornou-se minha mais importante realização literária.
Lançado há menos de quatro meses, Arqueolhar recebeu muitas manifestações favoráveis de escritores que muito respeito. Alguns deles movidos apenas pela leitura do livro, pois nem me conhecem pessoalmente. Entre os autores que elogiaram o livro, eu posso citar Olga Savary, Ivan Junqueira, Antonio Carlos Secchin, Alexei Bueno, João Gilberto Noll, Marco Lucchesi, Everardo Norões, Fernando Mendes Vianna, Anderson Braga Horta, Geraldo Lima, Antonio Barreto, Jason Tércio, Vera Americano, Rosângela Rocha, Ronaldo Cagiano, entre outros. Sem esquecer de Maria Esther Maciel e Floriano Martins, entre os primeiros leitores de Arqueolhar, autores do prefácio do livro.
Mas a carreira de Arqueolhar segue em frente. Neste primeiro semestre, vou lançá-lo em minha terra, Passos, onde toda a aventura começou. E em outras cidades que informarei oportunamente.
Se a vida é um circo...
[...]
Indomáveis feras adormecidas,
sol e chuva, solitários viajores,
a vastidão para meu pequeno corpo
aprendiz de domador,
coração movido a espantos;
O circo e seu bestiário,
a aura mágica do mágico:
a lona esconde desejos
além de meus olhos fátuos.
E lá adiante, meu pai,
um realejo, a sorte lançada,
o dobre de um sino,
a estrada.
Indomáveis feras adormecidas,
sol e chuva, solitários viajores,
a vastidão para meu pequeno corpo
aprendiz de domador,
coração movido a espantos;
O circo e seu bestiário,
a aura mágica do mágico:
a lona esconde desejos
além de meus olhos fátuos.
E lá adiante, meu pai,
um realejo, a sorte lançada,
o dobre de um sino,
a estrada.
O ano que termina foi muito gratificante, por várias razões, e a principal delas foi a publicação de meu livro Arqueolhar, que alguns dos visitantes deste espaço tiveram a oportunidade de ler. O que o internauta lê acima são os versos finais de Circo, último poema do livro. Uso destas palavras para desejar aos leitores um bom Natal e um 2006 cheio de esperanças. Cada um que escolha as suas... Os mais sensíveis, capazes de mergulhar em livros de poesia nesses tempos mercantilistas, certamente compreenderão as minhas.
Escavações
"Em Arqueolhar, Alexandre Marino, mineiro radicado em Brasília, entrega-se a uma experiência que ele considera "quase infantil": a partir do reencontro com diversos objetos perdidos - velhos bonecos, brinquedos, relógios - 'escavar' a própria memória atrás de recordações da meninice. Tal 'arqueologia da infância', ele ressalta, não possui intenções nostálgicas nem autobriográficas: é, antes de tudo, um exercício de imaginação. Marino já publicou Os operários da palavra, Todas as tempestades e O delírio dos búzios."
Nota publicada na edição 67 do jornal literário paranaense Rascunho (novembro/2005).
Orgia das borboletas
Octávio Scapin inaugura seu blog lítero-musical Orgia das Borboletas com um relato vibrante sobre o show do blueseiro Buddy Guy no Rio de Janeiro, no último fim de semana. Buddy Guy todo o mundo sabe quem é; já Octávio Scapin é um nome que vocês devem guardar. Ele é autor de uma ótima balada para o poema O Estranho, que abre o Arqueolhar. Um dia vocês ouvirão e também se emocionarão. E esse título, Orgia das Borboletas, é um achado, não?
Nova resenha
Visitem o Sítio do Alexandre Marino e leiam o estudo do escritor goiano Pedro Paulo Ernesto sobre Arqueolhar. E aproveitem para ler um texto deste escriba sobre Estão todos aqui, novo livro de contos do xará e conterrâneo Alexandre Brandão. E depois fiquem à vontade para comentar.
Direto de Curitiba
Palavras carinhosas do Rui Werneck, meu amigo paranaense, em seu blog NeoPseudoSupra:
"O clipe de hoje é uma grande homenagem ao amigo mineiro sediado em Brasília: Alexandre Marino. Ele me mandou seu mais recente livro. O belíssimo Arqueolhar. Bonito desde a capa, passando pela diagramação até os poemas. E vice-versa. Um garimpo milagroso e da mais alta voltagem. Abraços, Marino."
O clipe a que ele se refere é a música Because Of, do bardo canadense Leonard Cohen, de quem sou fã de carteirinha. Se você clicar no blog do Werneck, poderá ver o clipe.
"O clipe de hoje é uma grande homenagem ao amigo mineiro sediado em Brasília: Alexandre Marino. Ele me mandou seu mais recente livro. O belíssimo Arqueolhar. Bonito desde a capa, passando pela diagramação até os poemas. E vice-versa. Um garimpo milagroso e da mais alta voltagem. Abraços, Marino."
O clipe a que ele se refere é a música Because Of, do bardo canadense Leonard Cohen, de quem sou fã de carteirinha. Se você clicar no blog do Werneck, poderá ver o clipe.
Bebemorações Arqueolíricas [4]
Bebemorações Arqueolíricas [3]
Bebemorações Arqueolíricas [2]
Bebemorações Arqueolíricas [1]
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