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Algumas opiniões sobre livros de Alexandre Marino

Arqueolhar reúne poemas que, num desdobramento de temas, numa experimentação verbal própria, numa retração de sons e numa explosão silábica cheia de significados, atinge um nível de poesia que o situa entre o que de melhor tem o verso brasileiro do momento. (...) Não hesito em colocar Alexandre Marino, com este Arqueolhar, entre os grandes poetas do Brasil. (Antonio Olinto, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 2/5/2006)

Mais do que qualquer outra manifestação artística, cada poema é uma experiência única para cada pessoa. Isso, naturalmente, só acontece com poesia de qualidade, aquela em que as palavras, o ritmo e a sonoridade se somam num conjunto a serviço da emoção, que estabelece um fio encantado com o leitor. É o que faz o Arqueolhar de Alexandre Marino. (Ricardo Pedreira, Roteiro Brasília, setembro/2005)

A poesia de Marino remete o leitor a uma fruição estética, tanto pelo farol de um olhar crítico, quanto pelo influxo lírico, a partir do mergulho na sua própria ancestralidade. (...) Essa poesia límpida, cuja originalidade não nasce da contorção da forma, tem no ato criativo um compromisso ético e estético de reflexão e comunicação. (Ronaldo Cagiano, Estado de Minas, Belo Horizonte, 8/10/2005, sobre Arqueolhar)

Nas páginas de O delírio dos búzios, a sonoridade dos versos une-se ao ritmo nostálgico e resgata portos sem nomes, perdidos numa nuvem que fez um querubim apaixonar-se. Alexandre Marino, após uma ausência de 18 anos, retoma o vigor de sua poesia. Como reitera, o sonho não acabou. O poeta persiste. (Luís Giffoni, O Tempo, Belo Horizonte, 18/1/2000)
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